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terça-feira, 18 de novembro de 2008

ESFIHA E CIA - PARTE FINAL

Fui mais clara, daí os meninos se tocaram, o moreno me convidou cobrou que eu deveria ser gentil e acompanha-los ao portão, fui com os belos ao portão e chegando lá, o moreno chegando bem perto disse com voz suave: “você me desculpe as brincadeiras, mas você pega pesado...” – Ri do comentário, era verdade, pego muiiito pesado quando quero. – respondi que não tinha problema e que seríamos amigos do mesmo jeito porque estávamos fadados a viver na nossa pequena cidade, trabalhar muito, ganhar pouco, essas considerações finais... Fiz menção de entrar, ele me segurou pelo braço “Espera” – eu o olhei com curiosidade – “Você é linda... – não vou sair daqui sem isso” – me segurando delicadamente me beijou, primeiro os lábios, depois a boca, tenho que confessar que as pernas tremeram um pouco e senti aquela pontadinha na “perseguida” ...
Dois dias depois o moço me ligou... Foi ameno, delicado e me convidou pra sair, embora cansada, estava naquele momento enrolada com um cara que tinha conhecido e estava fazendo um ótimo trabalho, o levando em “banho-maria”... esse era muito chatinho, mas tava valendo.
Ele apareceu em casa no horário combinado, abriu a porta do carro e tudo... Não fiz uma grande produção para o encontro, uma saia rosa rodada e uma blusa no mesmo tom, do tipo molinha, gostosa de pegar, sem muita maquiagem, apenas eu, sem muito enfeite, mas com um bom perfume é claro, ah mulheres... o cheiro é muito importante e você pode ser lembrada por anos só pelo seu cheiro! O cara não lembra direito nem da sua cara, mas do seu cheiro... é certeza! Ele vai lembrar, acredite! Fomos a uma esfiharia no bairro ao lado, pedi uma pesa na parte interna do restaurante, conversamos muito, planos futuros, etc, etc e alguns beijos roubados entre uma cerveja e outra, saímos de lá meio “altos”, demos uma volta pelo bairro até que meu moreno, parou ó carro próximo á praia, conversamos mais um pouco e os beijos começaram á rolar, lentamente, ele explorava todo o potencial do minha boca, a boca dele era macia, leve, me beijava e quando parava me olhava no fundo dos olhos, agora a seduzida era eu! Deixei o barco correr, ele dos beijos nos lábios, passou ao meu pescoço, do pescoço ao colo e baixar minha blusa até alcançar meus seios foi rápido, não me opus ao toque, estava gostando e muito daquela sedução lenta, quente... ele sugava meus seios um a um devagar, sem pressa, comecei á beija-lo no pescoço, acariciando seu lóbulo com a língua, tocando melhor seu peito já nu e bem torneado, ele era perfeito, lindo, não tinha uma grama á mais se quer, desenhado... Com as mãos ele levantou a minha blusa completamente e beijou minha barriga, com a boca, tocou minha virilha por cima da roupa, foi descendo e beijou meu sexo, por cima da roupa, tremi inteira, afastou minhas pernas, levantou minha saia e com a língua começou a rodiar o desenho da calcinha, afastou-a e começou á sugar minha vagina com volúpia, delirei... Percebendo o meu contentamento ele com uma das mãos tirou minha calcinha completamente, ajeitou a cabeça entre as minhas pernas e ficou ali me sugando por muito tempo, aquela língua entrava e saia do meu sexo em movimentos repetidos, intensos... A sensação era incrível, não queria que parasse nunca! O meu corpo vibrava e ele aumentava o ritmo com que me sugava e repetia – “você é perfeita, perfeita” - quase gozei ali, na boca do meu carrasco. O afastei, virei-me e baixei sua calça, o cacete do meu “amado” estava completamente duro, preparado e era além de tudo, enorme, lindo... Abocanhei aquela obra de arte, suguei-a com voracidade, queria dar prazer também, o egoísmo não faz parte de mim... Ele delirou com meu toque, eu sugava e massageava seu pinto maravilhoso, ele vibrava... Quando parei ele veio e me atacou de novo, sugando minha xana sem dó, estava maravilhada com aquele exemplar de macho, realmente um presente raro; Decidi terminar o ato, meu moreno encapou o “bichinho” devidamente... Subiu encima de mim e me penetrou com uma única estocada, senti um misto de dor e prazer, era adolescente de novo, transando dentro de um carro, enfrente á praia, loucura! Ele me segurava pelos cabelos, dizia coisas indecifráveis no meu ouvido e me estocava cada vez mais fundo... Não sei dizer quantas vezes gozei, quando terminamos estávamos suados, risonhos, felizes. Pedi para ir embora, o homem gentil reapareceu... Me trouxe até em casa cordato... Abriu a porta do carro para mim, uma finesse... Me atracou contra a parede e começou a me beijar de novo... “Eu quero mais” - Sorri faceira... neguei uma segunda dose ao “meu amado” – “Não posso, está tarde... Amanhã trabalho cedo...” – Várias desculpas... Na realidade, acho que não agüentaria a “segunda rodada”, olha a idade chegando... Enfim, no dia seguinte no escritório, ninguém teve do que reclamar... Eu estava “o doce” em pessoa... Por que será?

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